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Comitê Catarinense para a RIO+20

14 jan

É com grande satisfação que escrevo este post, pois esta semana iniciaram-se os trabalhos em um Projeto grandioso, os preparatórios de Santa Catarina para a RIO+20. Fazemos parte desta equipe maravilhosa!

Santa Catarina através do Comitê Catarinense para a RIO+20, prepara-se para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD), que está sendo organizada em conformidade com a Resolução 64/236 da Assembléia Geral (A/RES/64/236), irá ocorrer no Brasil de 20 a 22 de junho de 2012 marcando o 20º aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), que ocorreu no Rio de Janeiro em 1992.

Pela primeira vez pensou-se em futuras gerações, hoje aqueles que foram lembrados na ECO92 assumem este compromisso em solidariedade e cooperação àqueles que estão por vir. COMITÊ CATARINENSE PARA A RIO+20: UM COMPROMISSO DE GERAÇÕES.

Um compromisso de gerações

Agora, o futuro das gerações atuais ou vindouras, começa a se redesenhar com a Rio+20. Precisamos de mobilização social, venha participar conosco desse compromisso de gerações!

https://www.facebook.com/pages/Comit%C3%AA-Catarinense-para-a-Rio20/345560972122159

https://www.facebook.com/groups/176744172415982/

E-mail: comitesc.rio20@gmail.com

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O Escuro Deserto da Nossa Indiferença

10 dez

Extração do carvão passa por cima de bens difusos, direitos humanos e comunidade local

Se você é Catarinense e só ouviu falar dos problemas que o carvão no Estado ocasiona, recomendo que faça uma visita aos depósitos de rejeitos espalhados por toda a região da Bacia do Rio Araranguá. Se não bastassem as alterações de relevo, paisagem e ecossistema proporcionadas pela retirada e queima do carvão no ambiente, temos as conseqüências relacionadas ao resíduo desta atividade. Aos que nunca pararam para pensar nesse passivo ambiental e social, tenho que dizer que a natureza é imparcial nesta contabilização, e o que vem acontecendo em Santa Catarina é uma verdadeira tragédia ecológica silenciada.

Silenciada, pela resistência dessa fonte energética obsoleta, absolutamente “caquética”, que faz com que no desenvolvido Sul do Brasil ainda seja possível presenciar, um dos mais insalubres trabalhos registrados: a mineração do carvão, e também doenças como a pneumonoconiose (pulmão negro), chuvas ácidas, entre outras problemáticas tão obsoletas quanto o uso do péssimo e caro carvão energético catarinense.

Sob a perspectiva atual das mudanças climáticas, é ultrajante que as comunidades afetadas pelo primeiro furacão do Atlântico Sul, o Catarina, tenham ainda que conviver com os símbolos da intensificação desse fenômeno. Os depósitos de resíduos da mineração, desertos negros, são responsáveis por significativas alterações em microclimas, além da evidente conseqüência da inserção na atmosfera do carbono estocado. Afinal, a Biosfera não é uma só? Então não precisamos ir tão longe, enfatizar a culpa dos países que não possuem políticas ambientais, sendo que o vilão do aquecimento global também mora aqui do lado.

Por fim, não menos importante, é categórica a relação de indiferença mantida em relação aos recursos hídricos nessas áreas. Rios visivelmente contaminados, alaranjados intensos, pH extremamente ácidos. Em conseqüência disso e da impossibilidade de utilização da água subterrânea, o estado teve que construir uma grande represa para abastecer a maior parte da região. Artifícios sendo constantemente criados para não encarar o problema de frente, enquanto nada é feito.

E o que eu e você temos com isso? Simples, a água e a biodiversidade que lutam para sobreviver à hostilidade do ambiente no sul do Estado são bens comuns a todos, o que significa que não podemos nos manter na passividade da indiferença! Como Catarinense, eu acredito na força dos movimentos que impedem que tragédias como essa continuem a acontecer em nosso território. Com propriedade de quem esteve lá, afirmo que somente conhecendo aquela realidade chocante é possível despertarmos o amor, a solidariedade, e a cooperação necessários para que avancemos a “nenhum futuro no carvão”, em uma lógica do melhor para todos e não apenas para poucos.

Florianópolis, 13 de novembro de 2011.

Thaianna Cardoso

Graduanda em Engenharia Sanitária e Ambiental – UFSC

Grupo de Pesquisa Transdisciplinar em Governança da Água e do Território – GTHidro

 

Imagens: Michele P. Silva

Maravilhas da Vida

14 jun

Família Columbus, Sextuplos de Ohio EUA.

 

Com uma foto dessa só consigo pensar em como a natureza é esplêndida, que essas criaturinhas possam desfrutar das maravilhas que a natureza nos proporciona.. que consigamos todos erguer este mundo a eles!

Thaianna Cardoso

Post: Recomendado pelo amigo Márcio Cardoso

Fórum das águas João Monlevade-MG

10 abr

Em comemoração ao Dia Mundial da Água, celebrado no dia 22 de março, a Prefeitura de João Monlevade-MG e Departamento de Águas e Esgoto (DAE)  com parceria do Comitê da Bacia Hidrográfica do Médio Piracicaba (CBH), Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Polícia Militar de Meio Ambiente, Instituto Arbore, Paróquias Nossa Senhora da Conceição e São Luiz Maria de Montfort, Câmara Mirim I e II, além do Movimento dos Sem Casa de João Monlevade (MSC) realizaram durante toda semana o Fórum das Águas com programações diversificadas, dentre elas: palestras, mesas redondas, visitas técnicas e blitz educativas cujo objetivo principal foi criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas sobre o meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Com atividades e iniciativas em diferentes partes do planeta, a escolha dos assuntos é fundamental para despertar na sociedade um olhar mais crítico e atencioso em relação à água e suas questões. Ao longo de quase duas décadas de mobilização, diversos assuntos foram colocados em pauta, buscando disseminar conhecimento entre as pessoas e estimular ações de conservação. Este ano a prefeitura de João Monlevade realizou o maior investimento ambiental da história do município. São seis milhões investidos na estação de tratamento de água no bairro Cruzeiro Celeste , este marco histórico também foi comemorado no fórum.

Abaixo algumas fotos do evento:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O cuidado com á água é solução para os inúmeros problemas ambientais do planeta. A poluição, e a degradação dos rios, inviabilizam a vida de todas as espécies, inclusive a humana. O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra.

Laís Emily

 

Dia Mundial da Água em Florianópolis

3 abr

Um dia internacional para comemorar água doce foi recomendado em 1992 Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED). A Assembléia Geral da ONU respondeu com a designação de 22 março de 1993 como o primeiro Dia Mundial da Água.

A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, através do Grupo Transdisciplinar de Pesquisas em Governança da Água e do Território – GThidro, daEmpresa Júnior de Engenharia Sanitária e Ambiental – EJESAM e do Núcleo de Educação Ambiental do Centro Tecnológico da UFSC – NEAmb, realizou no dia 22 de março de 2011 um evento para a celebração do Dia Mundial da Água, com o tema “A água é de todos… todos pela água”.

 

 

Cartaz de Divulgação Dia Mundial da Água na UFSC

A celebração fez parte dos mais de 1000 eventos simultâneos que aconteceram ao redor do mundo  e foi vinculado ao dia oficial da ONU, como pode ser visto AQUI, dando um zoom na cidade de Florianópolis. Estiveram presentes aproximadamente 120 pessoas nesse dia tão especial em que reafirmamos o compromisso de CUIDAR DA ÁGUA do nosso planeta.

Além da participação da comunidade acadêmica, lideranças institucionais, contamos com a presença do Presidente da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina, que se comprometeu estar aberto a dialogar com os estudantes acerca dos questionamentos de alçada da Fundação.

Neste dia foi apresentado três panoramas a respeito da Água:

  1. Mundial
  2. Municipal
  3. Cidade Universitária

E por meio dos alunos envolvidos surgiu a demanda de um Projeto que se comprometa a unificar ações direcionadas a boas práticas para o Desenvolvimento Sustentável do Campus UFSC Florianópolis, onde os interessados poderão assumir o compromisso de trabalhar em prol do bem comum, pondo em prática as suas especialidades acadêmicas, trabalhando para um protótipo de mundo sustentável, Projeto denominado UFSC Sustentável.

 

Organização da Celebração ao Dia Mundial da Água UFSC

AGRADECIMENTOS A TODOS QUE ESTIVERAM PRESENTES NA DATA, A TODOS QUE FIZERAM ESTA CELEBRAÇÃO POSSÍVEL E A QUEM COMPARTILHA DESTE MESMO SENTIMENTO: A MINHA ÁGUA É A TUA ÁGUA!

Por: Thaianna Cardoso e

Yam Castelfranchi – Graduanda Eng. Sanitária e Ambiental /UFSC  Pesquisadora do Grupo Transdisciplinar em Governança da Água e do Território

Informações adicionais:

http://www.gthidro.ufsc.br/dma

Programe-se para o dia mundial da água!!!

21 mar

Para celebrar o Dia Mundial da Água, 22 de março,  organizações e cidadãos promovem eventos em todo o mundo para debater o tema. No Brasil, uma série de discussões, caminhadas e dinâmicas  estimulam a população a ter mais atenção com este importante recurso natural. Atitudes individuais somadas a esforços públicos e privados em uma esfera global é a chave para mudar a realidade e criar uma perspectiva mais favorável para bilhões de pessoas que sofrem com a falta de água potável e saneamento básico.Confira a agenda do seu município e não deixe de participar!!!

 

Força das Águas

11 mar

O terremoto de magnitude 8,8 atingiu nesta sexta-feira (11 de março de 2011) a costa nordeste do Japão e, desencadeou uma série de tsunamis (ondas gigantes) no Oceano Pacífico. As enormes ondas deixaram em alerta pelo menos 50 países que serão atingidos incluindo um país da America do Sul, o Chile.

O professor de geografia da PUC Rio, Marcelo Motta, comentou as características do terremoto que atingiu o Japão.

“O que chama atenção é a magnitude, de 8,8, apesar do epicentro estar a profundidade de 24 km e a 130 km da cidade de Sendai (nordeste do Japão)”, diz Motta.

Localização do Epicentro do Terremoto

“A profundidade dita muito à magnitude e a devastação que ele provoca. Mas isso não é algo surpreendente para a área”.  Ele se refere ao círculo de fogo do Pacífico, conhecido por sua alta atividade tectônica.

Apesar de o governo preparar constantemente a população para situações de terremotos, a área possuir um avançando sistema de monitoramento e simulação de catástrofes, quanto à força das águas é nítida a vulnerabilidade humana.

 

Rota das Tsunamis

“Fazer a mensagem de alerta chegar às comunidades rurais, às pessoas que necessitam ser protegidas de alguma maneira (de um desastre natural), continua sendo um desafio”, já dizia em 2005 o ator de origem cubana Al Panico, chefe da Unidade de Tsunami da Federação da Cruz Vermelha.

Os danos são incontabilizáveis quando se trata da vida de milhões de pessoas, o que nos remete as lembranças do Tsunami de 2004, ou quem sabe um pouco mais próximo, as chuvas que acometem com tanta freqüência o “seguro” Brasil.

 

Um Brasil muito carente em sistemas de acompanhamento e simulação de calamidades, em caracterização da vulnerabilidade regional e principalmente modelos municipais de adaptabilidade tanto em políticas públicas preventivas como mitigadoras em amparo aos atingidos.

 

Imagem de Emissora da Catástr

Agora é hora de pensarmos em todas as catástrofes que vem acontecendo nestes últimos anos, o planeta esta se comportando de maneira anômala, é fato. E surpreendentemente existem aqueles que insistem em afirmar que é um comportamento natural, mudança de 25 cm do eixo da Terra é natural? Enormes alterações nos biomas ainda estão por vir!

Crise do Petróleo, crise da água.. Quanta petulância do humano designar as crises ao ambiente, obviamente o Homem esta em crise, para ser mais pragmática estamos vivendo o reflexo da nossa escolha, escolhemos o fracasso, o possível Colapso desta civilização.

Ainda sim a escolha pode ser mudada. O planejamento para o futuro requer um aprimoramento de várias medidas que auxiliam na identificação das zonas mais frágeis, a organização e o aperfeiçoamento de diversos serviços é indispensável como tratamento de água e esgoto, bom uso do solo e energias renováveis. Diante a isso tudo a aplicação da  educação ambiental é essencial para as comunidades  pois torna-as mais aptas a auto proteção e ao apoio ao próximo assim como nos trabalhos de recuperação de áreas impactas.

 

Imagem aérea da tragédia no Japão

Por: Thaianna Cardoso, Ana Carolina Ramos de Souza e Laís Emily.

Agradecimento especial da Equipe Relligare à  Ana Carolina Ramos de Souza, graduanda em Eng. Civil Unileste-MG, pelo incentivo e constribuições a esta postagem.